21 setembro, 2016

RESULTADO DA AÇÃO ENTRE AMIGOS DA FESTA DO SEMINÁRIO SÃO FRANCISCO DE ASSIS !



1º prêmio: nº 63406 – Lenir Aguiar – Ituporanga SC

2º prêmio: nº 21878 – Paróquia de Pato Branco PR


3º prêmio: nº 74514 – Itupel Comércio de Descartáveis – Ituporanga SC


4º prêmio: nº 74308 – Marcelo Machado Advogado – Ituporanga SC


5º prêmio: nº 45461 – Luis Felipe – Bairro Santo Antonio – Ituporanga SC


A TODOS NOSSO PROFUNDO AGRADECIMENTO PELO CARINHO E DISPONIBILIDADE EM PARTICIPAR NA FESTA DESTE ANO. AOS FESTEIROS E VOLUNTÁRIOS DE MODO PARTICULAR, NOSSA GRATIDÃO PELA DEDICAÇÃO E EMPENHO NO TRABALHO DESTA SEMANA.

Equipe da Comunicação.

11 setembro, 2016

5 Jovens são agremiados no Grêmio Literário Santo Antônio !

                                             

Na última sexta-feira ocorreu no Salão Nobre do Seminário São Francisco a agremiação de cinco jovens sendo 4 do Primeiro Ano e 1 do Terceiro Ano.



Após 7 meses de preparação esses rapazes tem a difícil missão de guardar e defender a norma culta da Língua Portuguesa, e é o Grêmio Literário que os ajudara nessa tarefa.
Na Sessão ouve a presença do Professor de Retórica Frei Marcos Estevam de Melo, os frades que pertencem a paroquia Santo Estevão de Ituporanga.


O Professor de retorica fez então suas ponderações a cerca da turma : se ela estava apta para exercer tal função o mesmo respondendo positivamente deu suas saudações de força e coragem.



No rito de Agremiação, os futuros agremiados foram interrogados pelo Presidente da Academia e em seguida prestaram o juramento oficial .


Apos o juramento aconteceu o discursos do Diretor da Academia Frei Alberto Eckel Junior, do paraninfo da turma Odirlei Luiz, e do Neoagremiado Vinicius José .



Ao término dos discurso ocorreu então as apresentações culturais:





Equipe de comunicação
(Fotos: Luiz Henrique Martinelli)


Celebração Vocacional em Atalanta !



Na manhã do segundo domingo do mês de setembro( 11/09/16) ocorreu na comunidade São José no Centro de Atalanta. A Celebração contou com a presença de  Frei Robson e Irmã Bernadete (que são os responsáveis pela Animação Vocacional) e toda a Comunidade. A seguir confira algumas fotos da Celebração :








Equipe de Comunicação
 (Fotos: Éverton Jr. Goschel Broilo)

05 setembro, 2016

Deixou nossa Fraternidade !

Deixou nossa Fraternidade no dia 03 de setembro: Flávio Ysmael Ribeiro Santos.
Que Deus o abençoe em sua nova caminhada !


Equipe de Comunicação

02 setembro, 2016

Discurso sobre Sexualidade Humana !


“A sexualidade é o engenhoso meio que o Criador escolheu para chamar as pessoas constantemente a sair de si mesmas e entrar em relação com outros”.
 Trecho do livro Sexualidade Humana

Saúdo nesta noite a mesa diretora composta por Frei Alberto Eckel Junior, Lucas Moreira Almeida, Franklin Matheus da Costa. Diretor, Presidente e Secretário, respectivamente.
Venho falar a vocês hoje sobre um tema que abrange todos os aspectos do homem, particularmente a aptidão a criar laços com os outros. Tomei por tema a sexualidade humana. Se me perguntarem por que falarei disso não saberia a resposta certa. Talvez o motivo seja quebrar alguns preconceitos como dizer que a sexualidade se resume no sexo.



Para entendermos melhor o sentido da sexualidade vou ler um documento da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, intitulado como declaração sobre alguns pontos da ética sexual: “A pessoa humana, segundo dados da pesquisa científica contemporânea, é tão profundamente afetada pela sexualidade, que esta deve ser considerada como um dos fatores que conferem à vida de cada um dos indivíduos os traços principais que a distinguem”. É do sexo efetivado, que a pessoa humana recebe aqueles caracteres que, no plano biológico, psicológico e espiritual, os fazem homem e mulher, condicionado por isso em grande escala, a consecução da maturidade e a sua inserção na sociedade. ’’
Ou seja, o homem é formado singularmente pela sua sexualidade. Logo em nenhum outro lugar no mundo vá existir outro Flávio, outro Odirlei, outro Éverton. E é através dela que nós alcancemos maturidade e nos inserimos na sociedade. Sei que está em pouco confuso, por isso dividirei minha predica em três partes, a saber:
·        Definição de Sexualidade;
·        Personalidade;
·        Castidade;

Dou inicio ao primeiro tópico: DEFINIÇÃO DE SEXUALIDADE.
A sexualidade humana é a manifestação do chamado divino à perfeição. Este chamado é dirigido a todos no ato da criação e enraizado no próprio cerne do ser. Desde o primeiro momento nos convoca no crescimento Intrapessoal e Interpessoal.  Intrapessoal porque impele a cada homem e mulher criar o homem e a mulher que estão destinados a Ser. Interpessoal porque chama a ir ao encontro do outro que sem o qual nunca se alcançará a integridade plena. Como todos os aspectos humanos a sexualidade está destinada a serem as nossas relações.
Ela não está isolada no físico e no biológico, acidental aos seres humanos, mas é parte integrante da nossa missão de comunicar-se aos outros. Cargo é expressamente proibido dizer que a sexualidade é manchada de culpa. Antes deve ser usada para facilitar o crescimento humano para a plena maturidade.
O maior exemplo de sexualidade integrada que temos é Jesus, nosso modelo, que soube mais que ninguém sair de si para ir ao encontro do outro, mas é claro que nada disso apaga nosso desejo de prazer.
Com isso entro no meu segundo tópico: PERSONALIDADE.
A sexualidade é um favor que impregna e constitui a estrutura da existência humana. Nisso está implícito a realidade de que nós “somos’’ corpo. E essa realidade molda nossa percepção de mundo. E dentro disso a sexualidade nos abre, nos faz presente no que não sou eu, mas é outro. E esse outro pode ser objeto ou sujeito. Ou seja, a sexualidade é o modo como minha realidade, minha subjetividade sai de si própria e vai ao encontro do outro sujeito. Não nascemos para sermos uma realidade, um acontecimento isolado, mas temos a necessidade de ir ao encontro do outro sujeito, do outro corpo.
Nesse encontro temos a copulação, sexo e o orgasmo que sem dúvida é a experiência mais satisfatória que realiza em nós uma das necessidades primarias do homem, o prazer sexual.
Psicólogos modernistas afirmam que esse encontro não se apenas nas relações HETEROSSEXUAIS, mas podem se houver nas relações HOMOSSEXUAIS. Uma coisa é certa, a anatomia favorece o sexo entre homem e mulher. E com isso gera vida.
Vejamos uma pessoa com ouvidos agudos vai ter uma percepção de mundo diferente de alguém com olfato apurado, que vai ter uma percepção diferente de alguém com qualquer outro dote. Uma pessoa com as mãos grandes e grosseiras vai ter uma experiência diferente de outras com mãos pequenas e delicadas. Anatomia e fisionomia mudam nossa relação com o mundo logo o corpo feminino sente a realidade diferente do corpo masculino. Por isso, ambos se completam, por que são diferentes.
Mas, claro que a sexualidade não se resume nisso, na genitália. Se pensarmos como sendo do isso ela se orna em nós destrutiva e resulta em frustração pessoal e alienação interpessoal. Quando a integramos ela se torna sadia e fomenta um crescimento criativo para as relações. Com isso entro em meu terceiro tópico: A VIRTUDE DA CASTIDADE.
Antes do Concilio vaticano II tinha-se a realidade Castidade como reguladora do apetite sexual, como vemos nesta frase de Haryj Davis : A castidade é a virtude moral que regula nos casados e excluídos nos solteiros todas expressão voluntaria do apetite sensível de prazer venéreo’’. Essa afirmação estaria correta se a única finalidade da sexualidade fosse a procriação, no entanto não é. Essa virtude não se limita ao ato em si, mas suas exigências são maiores. Ela marca toda a personalidade no comportamento, exterior e interior.
A castidade pode ser definida, então, como aquilo que transforma o potencial da sexualidade humana em uma força criativa e integradora no homem ou na mulher. Ela facilita as relações na comunidade. Torna possível o desenvolvimento intrapessoal e interpessoal.
Quando voltamos essa força interior, a sexualidade, apenas para o prazer, o sexo, a masturbação, dando a ela a finalidade de nos fazer ejacular nós abafamos a castidade e nos tornamos descontrolados. Perdemos o controle da cabeça. Como diria o Frei Robson Parafraseando a legenda Perusina : “ Óculos castos na cabeça de cima.’’
Ser casto não se da do dia para noite. Não será, ou é, um nó no cordão que me da essa virtude, mas brota: de um desejo pessoal; de querer viver aquilo que é vontade de Deus; de conhecimento do que é a sexualidade; de uma aceitação da própria sexualidade como dom de Deus fundamentalmente bom; de um respeito ao que é a sexualidade, que não é um mero acontecimento biológico, físico, genital e  emocional; de um conhecimento de que a busca pela sexualidade perpassa a vida inteira e deve-se estar aberto a aquilo que ela propõe; de uma intensa relação com o transcendente; de uma autodisciplina, sabendo que houve, há e haverá grandes lutas contra o nosso próprio eu.
Todos são chamados à castidade: clérigos, casados, religiosos, homossexuais, solteiros. Claro que será diferente a vivencia da sexualidade, mas em nenhuma forma de vida ela pode ser apagada ou suprimida, antes deve ser orientada para uma integridade, para criar laços e cumprir o mandamento do Senhor: “Amai-vos uns aos outro...”
Esse é o convite que o Senhor nos faz: amar. Sem medo. Porque aquele que mais amou, com perfeição, entregou-se por inteiro a aquela que ele amava a Igreja. Esse é o convite que eu faço a vocês: amem. Só pelo amor nós chegamos a aquilo que é desejo de Deus, sermos perfeitos. Desejo esse que foi implantado no mais intima do nosso ser. Achemos aquilo que gostamos de fazer, que temos o dom e canalizemos nossa sexualidade, para assim ao entramos num quarto com uma mulher, com homem, tenhamos olhos castos, mente casta, espirito casto, corpo casto, e saibamos o que não podes fazer.

Da legenda Perusina: “Um rei piedoso e poderoso mandou sucessivamente dois mensageiros à rainha. O primeiro voltou e se limitou a referir palavra por palavra. Dessa maneira, os olhos do sábio tinham ficado na cabeça, sem cair para lugar nenhum. O outro voltou, e depois de ter contado as poucas palavras, narrou uma longa história sobre a beleza da senhora: Na verdade, senhor viu uma mulher belíssima. Feliz que quem pode aproveitar. Ele disse: Tu, servo mau, lançaste os olhos impudicos sobre minha esposa? É claro que estavas querendo comprar sutilmente o que admirastes. Mandou chamar de novo o primeiro e disse: “O que achaste da rainha”? Ele: Ótima, porque ouviu de boa vontade e respondeu sagazmente. E não há nela nenhuma formosura? Senhor meu, isso cabe a ti olhar; eu tinha que referir as palavras. O rei deu a sentença: Tu, casto de olhos, ficarás na camera com o corpo ainda mais casto. Mas essa outra “saia da casa, para não poluir meu leito”.
Agremiado 2º ano Flávio Ysmael R. Santos

31 agosto, 2016

Discurso sobre Santa Josefina Margarida Bakhita !




“Se eu encontrasse aqueles negreiros que me raptaram, e mesmo aqueles que me torturaram, ajoelhar-me-ia para beijar suas mãos; por que se isto não tivesse acontecido, eu não seria agora cristã e religiosa.”(Santa Bakita)

Saúdo com grande estima e alegria nesta noite o diretor frei Alberto Eckel Junior, o presidente Lucas Moreira Almeida, o secretario Franklin Matheus da Costa e saúdo também meus colegas Agremiados, o seminaristas Henrique Manuel Mafra Neto e aos frades (frei Elias Dalarosa, Frei Robson Luiz Escudella.) que aqui se fazem presente.
Venho-vos hoje falar de uma santa que me chamou muita atenção por seu grande exemplo de superação e esperança que é a santa Josefina Margarida Bakhita, ou melhor santa Bakhita .
Bakhita nasceu no Sudão, região de Dafur na África, no ano de 1869 e através de suas poucas informações sabemos que sua aldeia natal é Olgossa, cuja pronúncia é “algoz”, que em árabe significa “Dunas de Areia”.De família abastada, seu pai possuía terras, plantações e gado; ele era irmão do chefe da aldeia. Sua família era composta pelos pais e sete filhos, sendo muito unidos e afeiçoados.
Não devemos nos esquecer de que, apesar de possuírem terras, gado, etc., viviam num aldeia onde as cabanas eram de barro com telhado de palha. Todos nas aldeias estavam sujeitos ao grande perigo que eram os bandos negreiros que raptavam homens, mulheres e crianças para negociar no mercado de escravos.
No ano de 1874, sua irmã mais velha foi raptada. A dor dilacerou o coração daquela família tão unida e feliz.“Bakhita” não foi o nome que recebera dos pais quando nasceu. No ano de 1876, com mais ou menos 7 anos de idade, foi raptada e arrancada do seio de sua família. A pequena menina tomada de pavor, foi levada brutalmente por dois árabes e foram eles que impuseram o nome de “Bakhita”, que significa: “afortunada”.
A pequena escrava, depois de um mês de prisão, foi vendida a um mercador de escravos. Na ânsia de voltar para casa, Bakhita se arma de coragem e tenta fugir. Porém, foi capturada por um pastor e revendida a outro árabe, homem feroz e cruel, que, por sua vez, revendeu-a a outro mercador de escravos.
Novamente ela é vendida a um general turco, cuja esposa era mulher terrivelmente má. Desejou marcar suas escravas e Bakhita estava entre elas. Chamou então uma tatuadoura que, com uma navalha, ia marcando os corpos das meninas que se contorciam de dores, mergulhadas numa poça de sangue. Bakhita recebeu no peito, no ventre e nos braços 114 cortes de navalha que eram esfregados com sal para que as marcas ficassem bem abertas. A jovens escravas foram jogadas em uma cisterna  sem tratamento e nenhum cuidado, durante um mês.
No ano de 1882, o general turco vendeu Bakhita ao agente consular Calisto Legnani que seria, para ela, seu anjo bom. Na casa do cônsul, Bakhita conheceu a serenidade, o afeto e os momentos de alegria, lembranças dos momentos felizes na casa dos pais.
Em 1885 o sr. Calisto é obrigado a retornar à Itália; Bakhita pede para acompanhá-lo e obtêm consentimento. E assim partiram em companhia de um amigo, o sr. Augusto Michieli, a quem o cônsul presentearia em Gênova com a jovem africana.
Chegando à Itália com seu “patrão”, o rico comerciante Michieli, foi para vila Zianino de Mirano Veneto onde Bakhita se tornou babá de Mimina, a filhinha do casal. Apesar de serem

pessoas boas e honestas, não eram praticantes de religião. Como sempre, Deus tem seus caminhos e acabou colocando no caminho de Bakhita, o administrador dos Michieli, Iluminato Chechini. Iluminato era um homem muito religioso e logo se preocupou com a formação religiosa de Bakhita; e ao dar um crucifixo a ela, disse em seu coração: “Jesus, eu a confio a Ti”.
Quando os Michieli tiveram de voltar para Suakin, na África, por motivos de negócios, Bakhita e a pequena Mimina ficaram aos cuidados das Irmãs Canossianas, em Veneza, e isto graças ao sr. Iluminato.
Bakhita iniciou o catecumenato (catequese para receber os sacramentos iniciais), no Instituto das Irmãs. Ao final de nove meses, a sra. Maria Turina voltou à Itália para buscar sua filhinha Mimina e aquela que considerava sua escrava, pois retornariam à África.
Naquele instante, Bakhira já toda apaixonada por Jesus, prestes a receber os sacramentos, recusa-se a voltar para a África, apesar do afeto que nutria pela família Michieli e principalmente pela pequena. Sentia em seu coração um desejo inexplicável de abraçar a fé e vivê-la para sempre.
Apesar dos apelos e até ameaças da sra. Michieli, nossa jovem africana não cedeu em sua minima resolução. Bakhita estava livre, na Itália não havia escravidão. Sua patroa retornou à África com sua filha e Bakhita prosseguiu com sua catequese, feliz mesmo sabendo que seria a última chance de rever seus familiares na África.
No dia 09 de janeiro de 1890, Bakhita é batizada, crismada e recebe a 1° comunhão das mãos do Patriarca de Veneza, Cardeal Agostini. No batismo recebe o nome de Josefina Margarida Bakhita. Ela descreveria este dia como mais feliz de sua vida: sentir-se filha de Deus era-lhe uma emoção inigualável, assim como receber Jesus na eucaristia era o Céu na Terra.
Bakhita nutria em seu coração o sublime desejo de se tornar religiosa, uma Irmã Canossiana. Josefina Bakhita foi aceita na congregação das Filhas da Caridade Canossianas, servas dos pobres e, depois de três anos de noviciado, no dia 08 de dezembro de 1896 pronunciou os votos de: Castidade Pobreza e Obediência.
Depois da profissão religiosa, nossa Irmã Bakhita foi transferida para a cidade de Schio, em outra obra da Congregação, e lá permaneceu por 45 anos, onde passou a ser conhecida como a “Madre Morena”.
Irmã Bakhita era atenciosa com todos, sem distinção, desde as crianças do colégio, seus pais, sacerdotes, com suas irmãs religiosas, etc., sempre levando a todos palavras de conforto, consolo e amor incondicional a Deus Pai.
Em todas as funções que exerceu, sempre colocou seu coração doce e sincero na Igreja, na Sacristia, na portaria ou na cozinha, era tudo para todos, com seu sorriso de anjo.
Irmã Bakhita, em sua infância na África, mesmo sem saber nada de Deus, pensava em seu coração inocente e puro, quando olhava a lua e as estrelas: “Quem será o patrão de todas estas coisas?”. Oh! Bakhita, Deus já estava te preparando para Ele!
Bakhita sonhava com a conversão do povo africano e, no dia de sua profissão religiosa, rezou: “Ó Senhor, se eu pudesse voar lá longe, entre a minha gente e proclamar a todos, em voz alta, a tua bondade. Oh! Quantas almas eu poderia conquistar para Ti! Entre os primeiros, a minha mãe e o meu pai, os meus irmãos, a minha irmã ainda escrava... e todos, todos os pobres negros da África. Faça, ó Jesus, que também eles te conheçam e te amem!”.
No ano de 1947 Bakhita adoeceu, já quase sem forças, em cadeira de rodas, passava horas em oração, em adoração e contemplação. Era o dia 08 de fevereiro de 1947, nossa Irmã Morena murmurava: “Como estou contente! Nossa Senhora! Nossa Senhora!”.
Depois de algum tempo, em seus últimos momentos, disse: “Vou-me devagarinho para a eternidade... Vou com duas malas: uma contém os meus pecados; a outra, bem mais pesada, contém os méritos infinitos de Jesus Cristo. Quando eu comparecer diante do Tribunal de Deus, cobrirei a minha mala feia com os méritos de Nossa Senhora. Depois abrirei a outra e apresentarei os méritos de Jesus Cristo. Direi ao Pai: ‘Agora julgai o que vedes’. Estou segura de que não serei rejeitada! Então me voltarei para São Pedro e lhe direi: ‘Pode fechar a porta porque eu fico!”
E no ano de 1947 às 20 horas, irmã Bakhita entrega sua alma a Deus. O povo em grande multidão quer dar o último adeus à Madre Morena, sua fama de santidade se espalhou rapidamente e todos recorriam ao seu túmulo pedindo sua intercessão.
Em 17 de maio de 1992 foi beatificada e, em 1º de outubro de 2000, foi elevada à honra dos altares, declarada “Santa” pelo nosso Santo Padre, o Papa João II, sendo que o milagre que a levou a ser reconhecida como Santa, aconteceu em Santos, no Brasil.
Usei como fonte para o meu discurso os sites: santa Bakhita quem foi e sua história.
Santa Bakhita deve sempre inspirar sentimentos de confiança na Providência, doçura para com todos e alegria em servir.
 Peso-vos que a exemplo  de Santa Bakita nunca desanimemos pois as dificuldades viram mas a força para vencer nos teremos.
Boa Noite!!



 Agremiado 2°Ano Mateus de Oliveira

30 agosto, 2016

Trocas de Ideias ...



 Na última segunda-feira, 29/08, aconteceu em nossa escola uma palestra-debate, que teve como temas norteadores a "Mídia e sua influência no processo político" e "Educação". A mesma foi organizada pelos Seminaristas Franciscanos com o apoio das ATPs e contou com a participação de Professores que de forma dinâmica fizeram suas ponderações sobre os assuntos e responderam às perguntas da assembleia que era composta de alunos. 





28 agosto, 2016

Seminaristas e Aspirantes participam do Retiro com catequizandos !




No sábado, dia 27 de agosto, ocorreu um retiro de catequizando que se preparam para fazer a Primeira Eucaristia na comunidade Santo Antônio em Ituporanga. Coordenado por Frei Elias que fez uma reflexão sobre o sentido da Eucaristia por meio da História dos Discípulos de Emaús ( Lc 21, 13-35). Após esse momento, os Seminaristas e os Aspirantes  apresentaram o canto franciscano sobre a Eucaristia : Quero Honrar e Venerar e a encenação da Perfeita Alegria, em seguida foi apresentado uma explicação sobre Vocação.










Ao término da reflexão ouve uma confraternização na quadra da Comunidade com gincana, brincadeiras, risadas, partilha de vida e claro muita alegria.

Equipe de Comunicação